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Mar Vermelho

Os hotéis flutuantes do Mar Vermelho
O Egipto é um país com tanto de magnífico à superfície como abaixo da linha d'água. Toda a gente conhece as marcas históricas duma civilização milenar e o seu inigualável, riquíssimo legado arqueológico. Aos privilegiados que mergulham, está reservada uma das mais fantásticas maravilhas submersas criadas pela Natureza, um universo de vida e cor que contrasta violentamente com a aridez das centenas de quilómetros de costa.


Explorar esse espectacular ecossistema num liveaboard é uma experiência cheia de descobertas e vantagens, que vai desde ser bom durante todo ano até se mergulhar em locais inacessíveis de outra forma, passando por escolher os momentos ideais para se mergulhar em cada spot, por ser a maneira em que se poder fazer mais mergulhos, por ter uma relação qualidade/preço imbatível e por serem umas férias de orçamento totalmente controlado – mesmo que se queira, é impossível gastar dinheiro a bordo! Por tudo isto e pela variedade de rotas disponíveis, é difícil fazer apenas “um” liveaboard no Mar Vermelho; é mais provável que se transforme no melhor vício da vida!


A VIAGEM      •      SUBMERSO      •      A TER EM CONTA


A viagem

Quando ir
A facilidade de se poder mergulhar durante todo o ano com total segurança e qualidade é uma das grandes mais-valias dos liveaboards no Mar Vermelho.
Salvo os casos muito particulares de alguns locais, como os remotos Parques Marinhos, a que pode ser ainda melhor ir em determinadas épocas, os mergulhos são viáveis durante todo o ano, com boas visibilidades e muita coisa para ver. Mesmo com a temperatura da água nos mínimos a que pode chegar, nunca se pode falar de “água fria” por aquelas paragens. Quem sofra com o calor, deve ponderar evitar o Verão. O vento pode ser o único elemento climático mais perturbador, tornando atribulados os períodos de navegação, principalmente nas rotas em que se percorrem maiores distâncias, ou um pouco desagradáveis as secagens nos intervalos de superfície. Mas debaixo d’água ou ao abrigo do ar-condicionado da embarcação vais estar sempre bem!

Como chegar
A menos que haja a rara coincidência de haver voos charter para um dos portos de partida de liveaboards ou algum local próximo, e a operar em dias compatíveis com o calendário das embarcações, prepare-se para fazer 2 ou 3 voos para chegar ao Egipto, e outros tantos para regressar.
Nas rotas operadas a partir de Hurghada ou Sharm El Sheikh, a distância para os respectivos aeroportos percorre-se de carro em poucos minutos. Para as rotas a Sul ou para as dos Parques Marinhos, é habitual ter que se fazer uma viagem de cerca de 200 km ao longo da costa, entre o Mar Vermelho e as montanhas do deserto – por sinal, é um passeio bem bonito, e é bem mais rápido e cómodo do que percorrer a mesma distância a navegar.
Dependendo dos horários dos voos e/ou dos portos a utilizar, pode ser aconselhável chegar no dia anterior ao do embarque ou regressar no dia seguinte ao do desembarque – deixe ao nosso cuidado apresentarmos as melhores soluções.

Fora de bordo
Mesmo que seja desnecessário em função dos horários dos voos, podemos programar a sua viagem para também poder usufruir de uns dias adicionais de descanso em Hurghada, Sharm El Sheikh ou Marsa Ghalib. No essencial, são típicas estâncias turísticas, com muita e variada oferta de hotéis para todos os gostos e orçamentos, com os típicos bazares onde tudo se compra e se vende (depois de discutir o preço, claro…), e também com alguma animação nocturna, como é normal nestes sítios. Se a ideia lhe agradar, conte com a nossa ajuda para a concretizar.

Extensões
A diversidade de respostas à pergunta “O que se pode fazer no Egipto além de mergulhar?” é quase tão grande como a quantidade de turistas que visitam o país, oriundos de todo o Mundo.
Dependendo da sua vontade ou de conveniências ditadas pelos voos, um liveaboard no Mar Vermelho pode proporcionar a oportunidade ideal para visitar as intrigantes Pirâmides de Gizé e outras das muitas atracções do Cairo numa curta passagem pela cidade, para subir ou descer o Nilo em cruzeiro e visitar as colossais realizações faraónicas ou para subir ao Monte Sinai, interrogar-se sobre como terá sido construído o fantástico Mosteiro de Santa Catarina, escutar o silêncio e assistir ao mágico nascer do sol sobre as montanhas do deserto.
Dê largas à sua imaginação e conte connosco para realizar os seus desejos de egiptólogo!     • VOLTAR •


Submerso

Temperatura e visibilidade
Se é verdade que o Mar Vermelho é bom para mergulhar durante todo o ano, também é verdade que a temperatura da água varia bastante de época para a época.
Sem contar com correntes ou termoclinas, a temperatura mais baixa rondará 20º durante o Inverno. Há quem lhes resista bem com um fato de 5mm, mas também há quem só os enfrente com um fato seco – cada um é cada como cada qual. Mas lembre-se que num liveaboard poderá fazer até 4 mergulhos diários, e que a recuperação térmica do corpo é tanto mais difícil quanto maior a frequência a que está sujeito a temperaturas inferiores aos seus normais 36º.
No final do Verão, é normal que a temperatura atinja, ou mesmo ultrapasse, 30º. Um simples shortie pode ser suficiente, mas um fato completo de 2 ou 3mm oferece protecção adicional do que nos possa tocar.
A visibilidade é mais imprevisível que a temperatura. Pode descer até uns “horríveis” (e raros) 10m em função duma qualquer conjugação de correntes, ventos e sedimentos, assim como pode ultrapassar uns improváveis 40m em circunstâncias muito favoráveis.
É muito difícil que má visibilidade possa ser um problema num liveaboard no Mar Vermelho.

Tipo de mergulhos e o que se pode ver
Há diferenças relevantes entre o que se pode ver nos mergulhos no Mar Vermelho, sobretudo determinadas pelas rotas.
No Norte, os ex-libris são os inúmeros e espectaculares naufrágios, com a particularidade de nunca defraudarem as expectativas de ninguém – estão sempre lá e é altamente improvável que alguma coisa os faça desaparecer! Outra característica a ter em conta é que são mergulhos adequados a todos os níveis de experiência.
Os Parques Marinhos (Ilhas Brothers e Daedalus) são sinónimo de locais remotos, muito longe de terra, de paredes infinitas, de profundidades abissais… e de toda a bicharada que por elas pode passar em cada momento! São os locais de eleição para quem procure adrenalina e probabilidade acrescida de encontrar grandes cardumes de pelágicos ou tubarões. Com a necessária dose de sorte e a cumplicidade dos desígnios da Natureza, é bastante provável que aí os encontre em determinadas épocas do ano. Mas só pode aventurar-se por estas paragens quem tenha uma boa dose de experiência – há número mínimo de mergulhos averbados para se lá ir.
No mais remoto Sul, preponderam mergulhos paisagísticos, tanto pelo recorte dos fundos rochosos como pela riqueza e variedade dos corais, numa região menos afectada pela presença humana. Navega-se mais e mergulha-se menos do que no Norte, mas também se pode usufruir de quase tudo com pouca experiência.
O que vai ver sempre no Mar Vermelho são milhões de variadas e espectaculares criaturas que habitam os recifes de corais sem paralelo – uma inesquecível explosão de cor!
Cá estamos para ajudar a escolher a rota que mais lhe agrade!     • VOLTAR •


A ter em conta

Cuidados de saúde
São desnecessários quaisquer cuidados com vacinas ou epidemias para fazer um liveaboard no Mar Vermelho. Se a viagem incluir o vale do Nilo, pondere recorrer a uma consulta de medicina do viajante para se aconselhar.
Deve evitar consumir água canalizada, tanto em hotéis como nas embarcações, onde é dessalinizada. Os organismos dos locais toleram bem qualquer delas, mas podem provocar distúrbios bem indesejáveis aos visitantes.
Nos meses mais quentes de Verão, é especialmente importante ingerir muita água, para evitar riscos de desidratação, potenciada pelo calor e sucessão de mergulhos.
O sol é bastante menos agressivo do que aquele a que estamos habituados em Portugal. Mesmo assim, tenha a atenção e cuidados necessários para se proteger dum escaldão que possa estragar o seu liveaboard.
Se tiver propensão para enjoos, lembre-se de incluir na sua bagagem comprimidos para os contrariar, principalmente se for fazer uma rota com muita navegação.

Formalidades
Os possuidores de passaportes da maior parte dos países da Europa, incluindo Portugal, podem obter visto de entrada no Egipto nos aeroportos, à chegada ao país, mediante pagamento duma taxa. Na prática, compra-se um selo autocolante que se cola numa página do passaporte, e que é uma fonte de receita para o estado egípcio.
Para maior comodidade e evitar demoras à chegada, costumamos incluir o custo do visto no preço total da viagem e fornecê-lo juntamente com a restante documentação.
Em alternativa, pode deslocar-se aos serviços consulares da Embaixada do Egipto em Lisboa, situada no Restelo, e tratar pessoalmente da obtenção dum visto de entrada no país.
O que é imperativo é que o passaporte tenha uma validade mínima de 6 meses para além da data de permanência no país, sob pena de lhe poder ser negada a entrada pelos serviços de fronteira.

Bagagem
As companhias de aviação são cada vez mais restritivas relativamente aos limites de bagagem de porão e de cabine, e as regras aplicáveis variam de companhia para companhia e com alguma frequência.
Tenha em atenção o teor dos nossos programas a respeito deste relevante aspecto para quem transporta equipamento de mergulho e peça-nos para esclarecer qualquer dúvida que possa ter.

Aspectos práticos
Se viajar no Inverno, convém levar um agasalho para a noite. No Verão, um chapéu é um objecto especialmente útil.
As condições dos nossos programas de liveaboards no Mar Vermelho incluem todos os gastos obrigatórios, mas convém levar algum dinheiro para as gorjetas (prática instituída), para alguma cerveja ou outra bebida alcoólica que queira tomar ao jantar (se beber durante o dia fica fora dos restantes mergulhos desse dia) ou para as lembranças que poderão despertar o seu interesse em terra – a oferta delas é quase infinita!
Em terra, proliferam ATM’s a que pode recorrer, mas na embarcação é preferível ter numerário, que pode ser em Euros.
A bordo e nos hotéis, as tomadas são idênticas às europeias. Levar uma ficha tripla pode revelar-se uma ideia especialmente boa – a quantidade de aparelhos eléctricos recarregáveis que todos transportamos pode transformar uma simples tomada na coisa mais preciosa a bordo!     • TOPO •



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O Peixe Voador é uma marca registada comercializada sob responsabilidade da Equador e Mendes, Agência de Viagens e Turismo, Lda.
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