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Maldivas

Navegando por entre um labirinto de coral
Aterrar no aeroporto de Hulule é algo de extraordinário. Uma língua de betão rodeada de areia e mar, que sai do campo de visão quando o avião se aproxima... parece que vamos aterrar na água. Que dizer dum país feito de pequenos aglomerados de palmeiras envoltos em lagoas irreais? Sol, areia e mar, muito mar, tanto para quem mergulha, como para quem tem como fito descansar e usufruir duma Natureza completamente invulgar. Apesar da chuva dar o seu ar de graça nos meses de verão, nem a temperatura do ar, nem a temperatura do mar variam muito.


São cerca de 1200 ilhas de coral, ao longo de perto de 900 km. Das cerca de 200 ilhas habitadas, quase metade têm resorts. Temperaturas quase constantes permitem uma visita em qualquer altura do ano. Seja a bordo dum navio para liveaboards, seja num simples passeio num dhoni (barco típico local), as Maldivas esmagam-nos com a sua simplicidade e encanto. E os recifes fervilham de vida! Os liveaboards trazem inúmeras vantagens para os mergulhadores; os spots de mergulho são em maior número e muito mais remotos do que seriam se mergulhasse a partir de terra. São hotéis flutuantes que imprimirão às suas férias um toque de aventura por mares pouco navegados.


A VIAGEM      •      PARA MERGULHAR       •      SUBMERSO      •      A TER EM CONTA


A viagem

Quando ir
Sendo um país fortemente influenciado pela sua proximidade com a Linha do Equador, as Maldivas têm uma temperatura média anual a rondar os 29-30º. Que tal? O sol brilha ao longo de todo o ano, se bem que existe a estação das chuvas, que vai de Maio/Junho a Outubro/Novembro. Se puder evitar esta altura, tanto melhor, se bem que fará mergulhos fabulosos de qualquer das formas. A altura ideal será de Janeiro a Abril, quando as chuvas são esporádicas e os ventos acalmam. Um mar calmo terá um forte contributo para que a navegação seja feita sem grandes solavancos e que as noites sejam um tranquilo embalo.

Fora de bordo
Na chegada e após as formalidades de entrada no país, será levado de dhoni até à Lagoa de Hulumale, que basicamente é uma extensão do recife onde se encontra o aeroporto de Hulule. Em Hulumale terá o primeiro contacto com o barco onde irá passar a próxima semana. O liveaboard propriamente dito começa no dia seguinte. No regresso, o barco irá atracar no mesmo local no final da tarde do sexto dia de viagem, para que possa fazer um intervalo de superfície de 24 horas anteriores ao voo. Será a sua última noite a bordo e também a sua última noite nas Maldivas. Em hora a combinar localmente, um dhoni levá-lo-á de novo até ao aeroporto. Dormirá portanto, sempre a bordo.

Extensões
Mais para o norte, em direcção à Índia, existe um pequeno país riquíssimo tanto em cultura, como em paisagens naturais ou em gastronomia; O Sri Lanka está demasiado perto do seu destino para ser ignorado. Passe alguns dias neste fabuloso país, onde a história e a espiritualidade têm uma forte presença; é nosso desejo que se perca nas suas entranhas históricas. A selva e as montanhas convidam os mais aventureiros a fazer explorações por locais aparentemente virgens, enquanto que as praias são excelentes para descansar. As visitas pelo espólio arquitectónico são o que de facto este país tem de melhor para oferecer aos seu visitantes. Consulte-nos para obter informações mais detalhadas.     • VOLTAR •


Para mergulhar

Embarcações
O barco que sugerimos é um operador de mergulho independente, ou seja, não faz parte de um colectivo, como seja uma frota. Não obstante, tanto a qualidade das instalações, como dos serviços a bordo e dos spots de mergulho escolhidos, fazem com que este seja um operador muito afamado e respeitado nas Maldivas. Para si, apenas recomendamos o melhor! O barco que lhe propomos é o MV. Sharifa. Tem uns generosos trinta e dois metros de comprimento, navega a uma velocidade de cruzeiro de nove nós e tem nove cabines que alojam até dezoito pessoas. As cabines têm camas de casal ou camas individuais, estando sete cabines no deck inferior e duas cabinas no deck superior. O barco dispõe ainda de restaurante, sala de estar com televisão, bar ao ar livre (parcialmente coberto) e um belo solário. Toda as cabines têm ar condicionado e casa de banho privativa com água quente.

Operação e logística
Se bem que as rotas estejam pré-definidas, poderá haver a necessidade de fazer pequenos ajustes, consoante as condições do tempo e das correntes. Basicamente são as correntes que mandam nos mergulhos, sendo o factor decisivo para mergulhar neste ou naquele spot. O profundo conhecimento do mar em redor das Maldivas que este operador tem, faz com que hajam fortes probabilidades de avistar vários pelágicos, por norma os grandes protagonistas dumas férias de mergulho. No dia de chegada, fará o habitual mergulho de controle, em redor do recife onde o barco se encontra ancorado. Durante os seis dias seguintes, navegará por diversos atóis, com especial ênfase no atol de Ari. Por norma poderá fazer até quatro mergulhos por dia, dois de manhã, um pela tarde e um já ao cair da noite (o nocturno). Será servida uma refeição - principal ou complementar - após cada mergulho. Poderá alugar algum material de mergulho, se bem que aconselhamos a que leve o seu. O nitrox ainda não está disponível.     • VOLTAR •


Submerso

Temperatura e visibilidade
Nada de melhor se pode pedir neste mundo! A temperatura da água no arquipélago das Maldivas tem um valor quase constante ao longo de todo o ano. O seu posicionamento em plena linha do Equador traduz-se numa maravilhosa temperatura de 28/30º, com muito poucas variações. A visibilidade é excelente, sobretudo nos mergulhos em corrente fora dos atóis. Pode contar com médias de 25 a 30 metros, com alguns picos em alguns spots, onde poderá ultrapassar os 40 metros. Nas alturas de maior concentração de plâncton, conte com menos visibilidade, mas conte também com muito mais bicharada grande! Os canais, por causa do enorme caudal de água a passar, poderão ter pouca visibilidade ou estar completamente limpos; garantido será ver Tubarões a pairar contra a corrente!

Tipo de mergulhos
Poderá fazer praticamente todos os tipos de mergulho; mergulhos em corrente (drifts), mergulhos em corrente muito forte (para mergulhadores Hardcore), nomeadamente nas entradas dos atóis, mergulhos em parede, mergulhos no azul, mergulhos em "piscina", ou seja, dentro dos atóis em locais muito abrigados, como tal excelentes para fazer mergulhos nocturnos, etc. As profundidades vão desde a superfície até aos 40 metros. Existem também alguns naufrágios que proporcionam grandes momentos para os mais aficionados pela ferrugem. Uma das grandes vantagens de um liveaboard é poder visitar locais mais variados do que se ficar numa ilha. Um dia de mergulho típico poderá ter um drift logo pela manhã, para acordar bem, seguido dum mergulho no azul, para ver grandes pelágicos em actividade. Pela tarde um mergulho mais calmo num spot mais abrigado para ver cores e criaturas mais pequenas e pela noite, um fabuloso nocturno, já com o barco atracado no local de pernoita.

O que se pode ver
A lista é praticamente infindável. As Maldivas sofreram bastante com o fenómeno El Niño em 1998, mas felizmente, o coral cresceu em força desde então, devolvendo aos recifes das Maldivas toda a cor e pujança que desde sempre tiveram. E pode-se dizer que estão de excelente saúde; tanto corais duros como corais moles proliferam por todo o recife, fazendo cada mergulho algo de extraordinário. A vida pequena agregada ao recife está melhor do que nunca, sendo possível ver Estrelas do mar, Nudibrânquios de todas as cores e formas, crustáceos, pequenos cardumes de peixes coloridos, uma imensidão de Crinóides, Esponjas, Tartarugas a comê-las, etc. Se olharmos para o outro lado, para o azul, poderá ver cardumes de Barracudas, Raias, Mantas a fazer bailados, Tubarões, muitos Tubarões, sejam de Pontas Brancas, Cinzentos ou Baleias, tudo dependerá da altura do ano, das condições do mar e da sua sorte! Para quem for fotografar, as Maldivas oferecem cenários muito variados, desde grandes criaturas em planos no azul, até aos seres mais estranhos, perdidos no meio da exuberância do recife. As caçadas dos Atuns são fantásticas!

Hot spots
É muito ingrato eleger este ou aquele spot de mergulho como sendo um dos melhores; na realidade, por muito bom que seja este ou aquele spot, poderá deixar de o ser, se quando menos esperarmos nos aparecer pela frente um Tubarão Baleia num spot perfeitamente banal! A relatividade é tanta, que o mais sensato é considerar que cada mergulho é um Hot spot. No entanto, e pela sua fama, Manta Point é um mergulho sensacional, porque como o próprio nome indica, as probabilidades de avistar grandes grupos de mantas é enorme, sendo um dos mergulhos mais famosos das Maldivas. Kuredu Express, outro spot famoso, deixa adivinhar muita corrente, muita emoção e muita adrenalina. Fica no atol de Lhavyani.     • VOLTAR •


A ter em conta

Cuidados de saúde
Por estarem muito afastadas do continente, as Maldivas não sofrem com os mosquitos. Não necessita de vacinas, mas beba sempre água engarrafada. Tenha muita atenção ao sol!

Formalidades
Ao entrar no país, ser-lhe-á dado um Visto gratuito com a validade mínima de trinta dias. O passaporte terá que estar válido, com uma validade mínima de seis meses. Caso faça uma extensão num país nas proximidades, por exemplo no Qatar ou no Sri Lanka, consulte-nos para obter mais informações.

Bagagem
Sugerimos a consulta da página da Qatar Airways, mas para voos intercontinentais poderá contar com dois volumes de 23Kg cada de bagagem de porão e 7Kg de bagagem de cabine, excelentes notícias para os mergulhadores que levam consigo todo o equipamento de mergulho.

Aspectos práticos
Recordamos que andará a navegar em plena região do Equador, pelo que terá pela frente um sol fortíssimo, capaz de fazer estragos logo no primeiro dia. Leve muito protector solar de índice elevado, leve roupa leve para as noites e leve também um adaptador de tomada inglês de três pinos, se bem que por norma todos os barcos estão preparados para as nossas fichas europeias.


Valor indicativo

• TOPO •



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