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Malta

Um tesouro do Mediterrâneo
Fazer férias em Malta é algo de muito especial. Três pequenos pontos perdidos no meio do mar, onde ao longo dos séculos, muitos povos por lá passaram e deixaram o seu cunho, tanto arquitectónico, como cultural. Contra tudo aquilo que a história nos tem demonstrado, houve uma boa preservação das construções, não tendo acontecido aquele fenómeno de destruir para construir de novo. Malta não sofreu deste mal e o resultado é visível; muitos consideram este monólito como um autêntico museu ao ar livre. Em cada passeio respira-se história e em cada vila ou povoação fica-nos a impressão de fazer uma viagem pelo tempo.


Mas Malta é na realidade composto por três ilhas, que são Malta, Comino e Gozo. Comino nada tem a não ser excelentes paisagens sobre o mar, mas Gozo já permite outro tipo de abordagem. O seu legado arquitectónico não fica nada atrás da Ilha de Malta, sendo portanto um excelente ponto de visita. A gastronomia mistura-se de uma forma soberba com todo este cenário, porque as tasquinhas nas ruelas servem uns petiscos de peixe e marisco de chorar por mais. Mas o mergulho é a actividade que mais nos interessa! Pode-se mergulhar em toda a costa e experimentar um tipo de mergulho diferente, com topologias irreais e visibilidades brutais.


A VIAGEM      •      PARA MERGULHAR       •      SUBMERSO      •      A TER EM CONTA


A viagem

Quando ir
Malta fica sensivelmente perdida no meio do Mediterrâneo, contudo, esse posicionamento em nada prejudica as condições para a prática do mergulho. É um daqueles destinos que poderá visitar em qualquer altura do ano, se bem que o ideal será entre Junho e Outubro, com muito bom tempo, um mar tranquilo e uma temperatura da água excelente. Durante este período, conte com pouca ou nenhuma chuva, conte com uma temperatura do ar durante o dia entre os 25 e os 35º e o mais importante para quem mergulha, conte com uma temperatura da água entre os 23 e os 26º. Malta é um destino que reúne de facto umas condições invejáveis não só para passear, como também para mergulhar. Mesmo no Inverno, com alguma chuva e temperaturas baixas, a água do mar estará tão fria como a da nossa costa, mas com a vantagem de estar num local com muito mais visibilidade, muito pitoresco e com uma comunidade que nos brinda com a sua simpatia.

Onde ficar
Consoante queira ter umas férias mais animadas ou mais tranquilas, assim sugerimos que fique em Malta ou em Gozo. No primeiro caso, terá uma panóplia de bons hotéis para escolher: Hotel Santana, Hotel Crown, Hotel Qawra Palace, Hotel Maritim, Hotel San Antonio e o Hotel Dolmen Resort. Ficam todos nas proximidades de Bugibba, uma vila na zona norte de Malta, com um enquadramento paisagístico soberbo. Poderá consultar os respectivos links em rodapé, por forma a que possa fazer a sua opção. Caso opte por ficar em Gozo, o melhor hotel e aquele que recomendamos é o St. Patrick's. Fica na costa Sul da ilha, mais concretamente em Xlendi, com a vantagem de ficar mesmo ao pé do centro de mergulho.

Além do mergulho
Os operadores de mergulho farão todos os possíveis para que o seu dia de mergulho termine o mais cedo possível, no caso de fazer dois mergulhos por dia. Em teoria, a meio da tarde já estará de regresso ao seu hotel, o que lhe permitirá descobrir os segredos deste encantador país. Em Malta existe uma enorme quantidade de monumentos para visitar e que representam milhares de anos de história. Por entre ruas e ruelas, parta à descoberta da gastronomia local, dos cafés com vista sobre o mar e das lojecas de recordações. Já na Ilha de Gozo, o património arquitectónico é menos abundante, não deixando no entanto de ser muito interessante. A famosa janela de Azure, um dos locais mais famosos deste país, fica na ponta oeste da Ilha de Gozo. Como alternativa, poderá sempre apanhar o ferry e passar o dia na Ilha de Malta. Recomendamos portanto, que alugue uma viatura.

Extensões
Tendo em conta a facilidade com que se chega a este país, o mais lógico é sugerir-lhe que aproveite a sua estadia ao máximo, não entrando em desvios de rota. Neste sentido, um programa super interessante e variado passaria por ficar na ilha de Malta dois ou três dias, nomeadamente em Bugibba ou então mais perto da capital, La Valleta, para que pudesse mergulhar, reviver e respirar a história e cultura maltesas. Depois partiria para a Ilha de Gozo, onde o descanso aliado aos melhores spots de mergulho complementariam a sua viagem. Um dois-em-dois, por assim dizer!     • VOLTAR •


Para mergulhar

Centro de mergulho
Se optar por ficar na Ilha de Gozo, o centro de mergulho que propomos é o St. Andrew's Divers Cove. Fica em Xlendi, mesmo ao pé do alojamento que propomos e a escassos dez metros do mar. Este operador tem nas suas instalações tudo aquilo a que estamos habituados num centro de mergulho. O que não é habitual é ter carrinhas de caixa aberta, mais concretamente seis, que levam os mergulhadores aos spots de mergulho acessíveis a partir de terra. Dispõe também de uma embarcação rígida que transporta até doze mergulhadores, permitindo o acesso a locais de mergulho mais remotos ou inacessíveis a partir de terra. Se optar por ficar na Ilha de Malta, então a nossa proposta recai no Dive Deep Blue. Fica estrategicamente posicionado entre Bigubba e Qawran, precisamente onde recai a nossa escolha de hotéis. Sala de aulas, piscina, zona de lavagem, duche e casa de banho, um bar, enfim, nada lhe faltará. O nitrox está disponível. Este operador tem vários tipos de embarcações, rígidas, semi-rígidas ou típicas (em madeira), que serão seleccionadas consoante o grupo de mergulho, o tipo de mergulhos ou o destino de cada dia.

Operação e logística
Os operadores de mergulho em Malta oferecem aos seus clientes uma grande flexibilidade logística. Tanto poderá optar por mergulhar de barco em spots mais afastados, como mergulhar a partir de terra, com ou sem guia de mergulho. Tudo dependerá da sua vontade e da sua experiência como mergulhador. O ponto de encontro será sempre no centro de mergulho, o mais tardar pelas nove da manhã. Consoante a sua experiência e os spots que ainda não visitou, poderá optar por mergulhar de barco ou a partir de terra. Em Gozo, a maior parte dos spots de mergulho são acessíveis a partir de terra. Ao chegar ao centro de mergulho os grupos serão distribuídos de acordo com a experiência de cada um e de forma a não repetir os mesmos spots. As deslocações são em carrinhas de caixa aberta e os mergulhadores equipam-se ao chegar ao destino. Já na Ilha de Malta, conte com as tradicionais saídas de barco, que consoante os mergulhadores presentes, a sua experiência e os locais que já visitou, serão feitas num barco típico lento - onde terá almoço - num semi-rígido rápido ou numa lancha ainda mais rápida! Entre mergulhos, terá tempo de fazer uma refeição ligeira.

Adicionais
Se bem que não seja propriamente um adicional, mergulhar em Comino - fica entre Malta e Gozo - será mais uma experiência para o seu curriculum de mergulhador. Localmente, peça ao operador de mergulho para o levar até lá. Será sempre um prazer mergulhar num monólito praticamente inabitado. • VOLTAR •


Submerso

Temperatura e visibilidade
Malta é daqueles destinos que podemos mergulhar todo o ano, se bem que o ideal será entre Junho e Outubro. Nesta altura do ano, a temperatura da água andará entre os 21 e os 26º Celsius, o que implicará ter que levar um fato húmido de 5mm ou então um semi-seco. Mesmo com a temperatura da água no pico, um fato de 3mm poderá não ser suficiente. Em muito dependerá de si e do seu grau de tolerância ao frio. Quanto a visibilidade, esta poderá em alguns pontos ultrapassar os 40 metros! Em média conte com 20 metros de água azul e cristalina, uma vez que os picos de plâncton são pouco notórios. Para isso também contribuem os fundos rochosos e a usual tranquilidade do mar.

Tipo de mergulhos
Aqui entramos no reino das topologias bizarras, dos jogos de luz, dos contrastes, da suprema tranquilidade, etc. Existe pouca corrente na maior parte dos spots, portanto irá fazer mergulhos calmos, nomeadamente de parede, de fundo, ou mais para o meio do azul. Poderá visitar e explorar grutas - algumas com formas labirínticas - poderá passar por baixo de enormes arcadas, ou então deixar-se levar pelo hipnotismo dos raios de luz que passam por entre pequenas fendas na rocha. Existem muitos naufrágios, nomeadamente rebocadores, bombardeiros, navios militares, cargueiros, etc, muitos deles fazendo parte de um espólio subaquático bastante vasto resultante da Segunda Guerra Mundial. A maior parte destes naufrágios estão a profundidades acessíveis a todos os mergulhadores de nível dois. Contudo, existe um outro naufrágio bem mais exclusivo, um submarino que jaz a 57 metros de profundidade. Este spots poderá ser visitado apenas por mergulhadores com certificação técnica.

O que se pode ver
Não é de esperar ver grandes quantidades de espécies agregadas à rocha, nem tão pouco grandes quantidades de peixes coloridos a darem o seu contributo. O que Malta tem de forte no mergulho é precisamente a claridade da água, o seu azul sensacional, os jogos de luz, os labirintos, as passagens, as grutas e as arcadas. No entanto, poderá avistar cardumes de Lírios ou atuns em formações ordenadas, poderá nadar com Raias e Ratões, Garoupas e Meros, ou então tentar descobrir um Nudibrânquio no meio das Algas rasas e das Anémonas. Os Ruivos poderão dar o seu ar de graça, exibindo as suas asas exuberantes. Se tiver a sorte do seu lado, pode ser que tenha um encontro muito especial, nomeadamente com um Cavalo Marinho. As Estrelas do Mar e os Sargos fazem-nos lembrar um pouco os mergulhos na nossa costa. Nos naufrágios poderá ver um pouco de tudo, desde Anémonas, Nudibrânquios, pequenas Moreias, etc. Os Lírios, tal como as Salemas, adoram patrulhar o ferro-velho! Esteja atento e sempre com um olho no azul.

Hot spots
Sem dúvida alguma, o Blenheim Bomber. Fica na ponta leste da Ilha de Malta e é um mergulho obrigatório. Tem uma profundidade máxima de 42 metros, pelo que terá que controlar o ar muito bem. Mas mesmo que seja um mergulho breve, será uma experiência sensacional pairar por cima dele, próximo do fundo, porque é um avião que está muito bem conservado. A não perder também The Blue Hole, na ponta oeste da Ilha de Gozo, um spot com jogos de luz verdadeiramente mágicos.

Saídas especiais
A organizar localmente, poderá fazer uma saída de um dia inteiro, em embarcações típicas maltesas, onde será servida uma refeição a bordo ou na praia, entre os mergulhos. Este será o passeio perfeito para fazer com a sua família, por exemplo no caso de ser o único que mergulha, uma vez que andará a passear por recantos escondidos e por magníficas baías em redor das ilhas.• VOLTAR •


A ter em conta

Cuidados de saúde
Não tem que se preocupar com qualquer tipo de risco de saúde. Pode beber água da torneira, se bem que esta poderá ter um toque amargo. A comida é mediterrânica, sem qualquer tipo de condimento extra. Atenção ao sol, que será forte. Mesmo com o fato vestido poderá apanhar um escaldão na cara, o que tornará a máscara desconfortável. Beba muita água para se manter bem hidratado.

Formalidades
Por fazer parte da União Europeia, basta que leve o seu bilhete de identidade para entrar no país, se bem que o passaporte também seja aceite. Não existem taxas de saída.

Bagagem
O mais provável será voar com a Air Malta. Sugerimos que consulte o respectivo site em rodapé, no sentido de se informar sobre os limites de bagagem de porão e de cabine desta companhia aérea.

Aspectos práticos
Pode levar euros, porque é a moeda oficial do país. Todos os cartões de crédito são aceites, bem como poderá levantar dinheiro nas caixas ATM. Sugerimos que alugue uma viatura pelo menos um dia, para que possa ter acesso ao fantástico espólio histórico que este pequeno país tem. Se bem que a língua oficial seja o maltês, provavelmente quase toda a gente falará inglês e italiano.


Valor indicativo

• TOPO •



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