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São Vicente

Ilha de juventude e cultura
Descoberta na segunda metade do séc. XV, São Vicente permaneceu quase 400 anos sem conhecer povoamento significativo – o solo seco e árido era pouco apelativo para os colonos que se foram fixando noutras ilhas do arquipélago. O desenvolvimento chegou no início do séc. XIX, com a construção do Porto Grande que domina a baía do Mindelo. O depósito de carvão então aí instalado pelos ingleses trouxe à ilha navios das mais variadas proveniências em busca de combustível, e com eles a prosperidade e cosmopolitismo típico das cidades portuárias, que ainda hoje marca indelevelmente a cidade e lhe dá um encanto muito especial. A segunda ilha mais povoada do arquipélago é o berço de poetas, artistas e músicos que têm levado a cultura de Cabo Verde a todos os cantos do Mundo, a começar pelas ruas de arquitectura colonial do centro do Mindelo.


O carnaval, a passagem de ano e o festival da Baía das Gatas, na lua cheia de Agosto, são pontos altos na permanente animação duma ilha onde dois terços dos habitantes têm menos de 30 anos, e juntam-se aos encantos naturais para atrair um crescente número de visitantes. Extensas praias de areia branca espalham-se um pouco por toda a ilha e convidam a uma descoberta que pode, e deve, prolongar-se pelos fundos submarinos que as rodeiam. Entre o merecido descanso e a animação que se quiser, num registo que só os povos de África são capazes, os mergulhos em São Vicente são um excelente complemento dumas óptimas férias!


A VIAGEM      •      PARA MERGULHAR       •      SUBMERSO      •      A TER EM CONTA


A viagem

Quando ir
O clima de São Vicente recomenda visitas em qualquer altura do ano, mesmo durante um inverno ameno e algo ventoso, e desde que a principal motivação da visita não inclua qualquer evento de data fixa nem exija o calor ‘a sério’ dos quentes meses de verão. Entre Setembro e finais de Novembro, as condições climatéricas e de mar são porventura as ideais, com a temperatura da água acima da média anual de 25ºC e uma maior probabilidade da vida marinha incluir alguns encontros inesquecíveis.

Onde ficar
Antes de escolher o hotel, há que optar pelo conceito de estadia que se pretende. O hotel Foya Branca, a menos de 5 minutos do aeroporto, é o único ‘hotel de praia’ da ilha, e junta a essa característica o facto de ter dentro do seu perímetro uma base operacional do centro de mergulho. A comodidade da fórmula é potenciada pela modernidade e generosa dimensão dos quartos, e pela simpatia e disponibilidade do staff. As deslocações ao Mindelo são curtas (menos de 10 km por uma estrada boa) e muito simplificadas pela existência dum transporte gratuito do próprio hotel. Se a noite se prolongar, é fácil e barato regressar ao hotel de táxi. Quem prefira ficar alojado na cidade, pode optar entre os mais convencionais Oásis Porto Grande ou Don Paco e os 9 quartos da pequena Casa Colonial, num imóvel recuperado no centro. Qualquer deles fica a distância caminhável dos principais pontos de atracção da cidade, incluindo os inúmeros restaurantes onde se janta ao som da música tradicional e outros focos de atracção. Para quem escolha um destes hotéis, a rotina de ir mergulhar é assegurada pela base do centro situada na marina do Mindelo.

Além do mergulho
Um dos principais atractivos da ilha é deixar-se contagiar pelo alegre ambiente do Mindelo, partir à descoberta da gastronomia local ao som de mornas e coladeras num dos muitos restaurantes da cidade, e seguir pela noite em convívio com os locais, até onde se desejar. Mas os encantos de São Vicente vão para além da animação nocturna e cultural. Os amantes de desportos náuticos – surf, windsurf, kite-surf – encontram na ilha condições de excelência e entidades que asseguram os serviços necessários para a prática das suas modalidades de eleição. Quem se aventurar à descoberta da ilha vai acabar por encontrar uma baía, uma praia deserta ou ter um encontro que ficará gravado nas boas memórias da viagem.

Extensões
O imponente relevo das montanhas da vizinha ilha de Santo Antão convida a uma travessia do canal para ver de perto os atributos que fazem dela um destino crescentemente procurado pelos aficionados de turismo activo de natureza. A frequência e horários dos ferries que ligam o Mindelo ao Porto Novo permite fazer a descoberta passando apenas um dia fora de água, mas a hipótese de repartir a estadia entre as duas ilhas deve ser considerada e bem ponderada, até porque o mergulho em Santo Antão também o justifica – e muito! • VOLTAR •


Para mergulhar

Centro de mergulho
A Dive Tribe está presente no Foya Branca, na baía de São Pedro, e na marina do Mindelo, com uma equipa profissional, conhecedora, dedicada e empenhada em proporcionar aos seus Clientes os melhores mergulhos que a ilha oferece. A existência das duas bases é uma mais-valia para maximizar a comodidade com que se visitam os diferentes spots, independentemente do hotel onde se está alojado.

Operação e logística
A base situada no Foya Branca opera com embarques e desembarques a partir da praia, com o indispensável apoio do staff da Dive Tribe. A proximidade a vários spots e a dinâmica de integração com as comunidades locais determina o recurso às pequenas embarcações de madeira dos pescadores de São Pedro, com o tempo de deslocação até aos spots a depender da distância a que ficam. Normalmente, há uma saída matinal para se fazerem 2 mergulhos, com a pressa a ser deixada em terra. As saídas da parte da parte também são possíveis, para quem as quiser (a combinar localmente). As embarcações usadas na operação a partir da marina do Mindelo são mais convencionais e rápidas, permitindo chegar a uma grande variedade de locais num máximo de 20 minutos. Normalmente, operam-se saídas com 2 mergulhos tanto no período da manhã como no da tarde. Os hóspedes do Foya Branca também podem optar por mergulhar a partir da base do Mindelo, utilizando o transporte do hotel para chegar à cidade e deixando a logística relacionada com o equipamento a cargo do staff da Dive Tribe.

Adicionais
A Dive Tribe disponibiliza enchimentos com Nitrox na ilha de São Vicente, mas sujeitos a confirmação de disponibilidade e ao pagamento local do respectivo adicional. Também os mergulhos nocturnos implicam pagamento adicional localmente (apenas possíveis a partir de São Pedro, em shore-dive). • VOLTAR •


Submerso

Temperatura e visibilidade
Água azul e visibilidades acima de 20 metros são cenário comum dos mergulhos em São Vicente, com a temperatura média anual a rondar os 25ºC. Durante o inverno, conte com água mais fria, um pouco acima dos 20ºC, e no verão com temperaturas que podem aproximar-se dos 30ºC. A partir do início de Dezembro, a temperatura da água volta a baixar.

Tipo de mergulhos
O perfil escarpado duma boa parte da costa de São Vicente prolonga-se para debaixo de água, fazendo com que se atinjam profundidades ideais para a prática do mergulho a muito curta distância da costa. As pequenas paredes rochosas têm grande quantidade e variedade de cavidades que servem de habitat a inúmeras espécies e proporcionam mergulhos animados e cheios de vida. A maior parte dos spots são abrigados de correntes significativas, tornando os mergulhos tranquilos e relaxantes. Mas também há opções para quem prefere mergulhos com mais acção – é só uma questão de se querer e procurar. Os amantes de naufrágios têm na envelhecida estrutura do São Macário um mergulho iconográfico, com os seus mais de 100 metros de comprimento assentes sobre um fundo de areia muito próximo do porto do Mindelo. O risco de colapso desaconselha vivamente grandes aventuras dentro do destroço, mas a dimensão e a luz própria dos poucos mais de 10 metros de profundidade fazem do local um dos preferidos para os amantes da fotografia e vídeo.

O que se pode ver
A localização de São Vicente faz da ilha ponto de passagem de espécies migratórias, que incluem desde variedades oceânicas de atuns a cetáceos. O azul distante revela frequentemente surpresas daquelas que toda a gente gosta de ter, como grandes pelágicos, mantas e tubarões, incluindo ocasionalmente tubarões-baleia. Mas a grande biodiversidade das águas que circundam a ilha garante animação em todos os mergulhos, com uma variedade de pólos de atracção que inclui tartarugas, moreias, lagostas, garoupas de várias espécies, entre muitas outras, e também um sem-número de criaturas mais pequenas que fazem as delícias dos amantes de macro, como é o caso de inúmeras e exóticas espécies de nudibrânquios, muitas delas endémicas de Cabo Verde. Os raros, e dificílimos de localizar, peixes-sapo são uma das atracções muito especiais de São Vicente, com a equipa da Dive Tribe a fazer questão de os mostrar a toda a gente. A lista de tudo o que se pode ver nos mergulhos em São Vicente é muito extensa, e está sempre sujeita a poder ser aumentada quando menos se espera!

Hot spots
À semelhança de tantos locais do planeta, São Vicente tem o seu ‘Shark Point’, com as particularidades dos tubarões que aí se avistam serem tubarões-ama e de haver uma elevadíssima probabilidade (para não dizer certeza…) de os encontrar, o que nem sempre é verdade nos spots baptizados com o mesmo nome. ‘Ponta Nhô Jon’ é outro dos spots obrigatórios de São Vicente. A impressionante parede rochosa desce verticalmente até para lá dos 30 metros de profundidade, e a localização a entrar pelo canal que separa a ilha de Santo Antão é ideal para avistamentos inesperados e com doses de adrenalina assegurada. Quando esses não acontecem, a profusão de vida do local é mais do que suficiente para acabar o mergulho com um sorriso no rosto. O estatuto de reserva natural conferido à desabitada ilha de Santa Luzia está na origem daquele que é, provavelmente, o mais extraordinário dos spots de mergulho feitos a partir de São Vicente. A lista do que por lá se pode ver é incrivelmente grande, mas o mais impressionante são as grandes concentrações de tudo o que aparece, normalmente ‘bichos grandes’.

Saídas especiais
Os mergulhos na ilha de Santa Luzia são a única saída especial promovida e organizada localmente pela Dive Tribe. São requeridas condições de mar óptimas e um número mínimo de mergulhadores para se realizarem os 3 mergulhos que habitualmente preenchem todo um dia para se ir mergulhar a Santa Luzia. O valor adicional pago localmente inclui transporte rodoviário até ao local de embarque mais conveniente (Calhau, na zona oriental da ilha) e almoço ligeiro a bordo da embarcação. • VOLTAR •


A ter em conta

Cuidados de saúde
Visitar São Vicente não requer qualquer cuidado especial de saúde. Será recomendável optar por consumo de água engarrafada para evitar eventuais reacções do aparelho digestivo à diferente composição da água canalizada (que os locais consomem sem qualquer limitação) e ter muito cuidado com a exposição aos raios solares, para que um qualquer ‘escaldão’ não possa condicionar as férias.

Formalidades
Os cidadãos portugueses devem ter passaporte com validade mínima de 6 meses para além da data da viagem e possuir visto turístico de entrada em Cabo Verde, o qual pode ser obtido nas representações diplomáticas em Portugal ou à chegada ao aeroporto. Em qualquer dos casos, há um custo que oscila entre os 25,00 € e 30,00 €. Se a viagem for contratada com através de um operador, o visto poderá estar incluído nos serviços contratados, mediante fornecimento prévio e com alguma antecedência dos dados essenciais do passaporte.

Bagagem
A existência de duas companhias a operar voos para São Vicente e a procura da ilha como porta de entrada e saída por muitos cabo-verdianos residentes na Europa faz com que sejam frequentes as alterações à política de bagagem, que também pode ser condicionada pelas tarifas dos voos contratados. A melhor solução é contactar O Peixe Voador para obter informação actualizada e consonante com a sua viagem.

Aspectos práticos
Será relativamente fácil utilizar Euros para pagar as suas despesas locais, mas a relação cambial dessas operações será menos favorável que a oficial. O melhor mesmo é levantar moeda local numa das ATM’s logo no aeroporto, ou no Mindelo – há bastantes! Alguns estabelecimentos aceitam pagamentos com cartões de crédito das principais redes internacionais, mas é um meio de pagamento relativamente raro – o centro de mergulho, por exemplo, não o tem. As tomadas e corrente eléctrica são idênticas às de Portugal – não precisa preocupar-se com isso!


Valor indicativo

• TOPO •



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